Por uma Nova Aliança
domingo, 14 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Estação do Erotismo Redimido
Diz o Peregrino... “Quando comecei a despertar para a sexualidade, entrei em crise, pois pensava que aquilo só estava acontecendo comigo. Conversei bastante sobre o assunto com as pessoas erradas, mesmo que elas cressem que estavam fazendo o melhor por mim, isso me fez muito mal. Até que procurei a pessoa certa. Aquele que também criou essa área da minha vida".
Em pleno século XXI ainda é polêmico falar sobre sexo e na igreja então... Mas não podemos deixar de tratar algo que é tão importante na vida, mesmo sabendo que não é o mais importante, mas temos a certeza que tem um lugar singular na caminhada.
Quando se fala sobre sexo na igreja ou fora dela, a primeira coisa que vem a mente da maioria é o ato em si. Mas sexo ou sexualidade não pode ser reduzido apenas ao ato sexual que o Pai criou e estabeleceu como laço de união de duas pessoas que se tornam uma só carne. Alguns fazem isso de forma legítima e a maioria sem a legitimidade estabelecida por Deus que é o Seu amor que vem antes do sexo.
A prostituição que se tem feito com o sexo não se resume apenas a comercialização do mesmo, mas também a banalização e a vulgarização que adoecem quem vive uma sexualidade norteada pelos princípios ant-Evangelho, que é o rio onde milhões se banham pensando que a água é pura.
Creio que a igreja, às vezes, dá uma resposta muito polarizada para tentar tratar o problema, e isso gera repressão, que incentiva a desobediência secreta, onde é possível praticar, ou seja, diante dos homens. Por isso também acredito que não só a visão mundana, mas a eclesiástica precisa de uma sexualidade redimida.
Deus nos deixou literaturas fantásticas sobre o assunto na Bíblia e em outras que trazem saúde sobre o assunto. Tenho lido Cântico dos Cânticos junto com minha amada esposa há muitos anos, nossa história de amor nasceu nos braços de Abba mediada por este livro. Ele nos ensina que não precisamos nos constranger nem reprimir para tratar de sexualidade, pelo contrário, devemos fazer uso dessa bênção que o Pai deu para o homem e a mulher.
Eu tenho certeza que o que legitima uma união sexual não são documentos, libertinagem com cara de liberdade, cerimônias religiosas, paixões momentâneas ou qualquer outra coisa, mas apenas o amor de Deus que quando entra numa relação a redime em todas as dimensões e a sexual não ficaria fora dessa.
Paulo de Tarso, que não casou, mas foi quem melhor se expressou sobre o assunto no novo testamento, usou a palavra mistério para se referir a união entre um homem e uma mulher e disse mais: “Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama a si mesmo”. (Ef. 5.28). Isso nos leva a crer que uma sexualidade redimida passa a ter prazer em dar prazer, o que é totalmente diferente do que se ensina e se pratica ai fora. Que Abba nos ajude nessa jornada que nos faz cada vez mais um com a mulher que Ele nos deu!!!
V. S.
Mais Um Peregrino
As duas pessoas que poderiam condenar a mulher em adultério
João 8:3-11
"Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais."
Os fariseus não estavam preocupados em diminuir os casos de adultério em Israel. Queriam "pegar" Jesus. E, para isso, não tiveram escrúpulo em usar um ser humano, expondo ao público, o que deveria ser tratado, primeiro, em privado.
Observavam Jesus, já há algum tempo, sabiam que ele não ordenaria uma execução.
Esperavam que ele, simplesmente, se negasse a cumprir a lei e, pronto, teriam como acusá-lo de descaso e de desrespeito à lei.
Bom é que se diga que a lei não funcionava assim. E estava faltando o parceiro.
Jesus os surpreendeu!
É como se Jesus tivesse dito: Ok! Quem não tiver pecado digno de morte, que mate a moça.
Sim, porque não seriam constrangidos senão por pecados tão graves quanto o pecado da moça.
Quantas pessoas poderiam condenar essa mulher?
Apenas duas pessoas poderiam condenar essa mulher:
Nenhum dos que pediam a sua condenação estava em condição de condená- la: estavam carregados de seus próprios pecados; foram saindo à medida em que iam sendo levados à consciência de sua carga pessoal.
Uma das pessoas que podiam condená-la era Jesus de Nazaré, ele não tinha carga alguma.
Ele não a condenou. Disse-lhe não a condenava, embora o pudesse, e que fosse embora e não pecasse mais.
A outra pessoa que a podia condenar era ela mesma.
Como?
Não se perdoando.
Disso, inclusive, dependeria o fato de se ela venceria o pecado que a assediava.
Porque se ela não se perdoasse voltaria ao erro só para deixar claro que estava certa sobre si mesma, que não deveria ser perdoada.
Isso não é verbalizado, mas a falta de perdão pessoal cobra o preço da não libertação.
Quem não se perdoa?
Quem acha que não merece ser perdoado.
Qual o equívoco?
Não entender que só merece ser perdoado quem não precisa de perdão. Quando é dito que alguém merece ser perdoado, o que, de fato, está sendo dito, é que ele tinha atenuantes ou razões, isto é, que seu pedido de desculpas deve ser aceito.
Perdão é diferente de aceitar desculpas. Perdão é para quem não tem desculpas, razão ou motivo para apresentar.
Perdão é oferta de Deus, que a gente recebe e distribui, a começar de nós mesmos.
Jesus não a condenou à pena capital, porque, para Jesus, ela havia adulterado, mas não era adúltera.
Classificá-lá como adúltera era dizer que a natureza dela havia sido subtraída, e que não havia mais saída. Aí a pena capital era natural, porque se a natureza não pode mais ser vencida pelo amor de Deus, não há porque manter tais pessoas assim.
Mas Cristo não vê assim!
Quando o Cristo disse à mulher para ir e não pecar mais, estava declarando que ela havia errado, mas que isso não fazia dela um erro.
O Cristo via nela um ser humano que ninguém mais via, talvez nem ela mesma.
O Cristo oferecia-lhe perdão e oportunidade.
A força do Cristo é dispensada aos que aceitam o seu perdão.
Quem é perdoado deve, também, se perdoar para que essa força possa ajudá-lo.
Se a gente não se perdoa, volta, ainda que num caminho inconsciente, à prática do erro, como a dizer que Deus está errado quando nos perdoa, que é o nosso erro e não o amor dele que fala de quem nós somos.
Isso é tentar colocar-se fora da possibilidade do amor de Deus.
E a gente se perdoa num gesto de concordância com Deus.
É algo como: Deus me perdoou no Cristo, logo, esse erro não me define, eu sou o que Deus vê em mim, e é para esse ser humano em Cristo que eu vou.
Deus vê em nós mais do que os nossos erros.
E Deus está sempre certo. Todo ser humano, pela graça, pode começar de novo.
A gente, independente de quantas vezes erra, deve sempre buscar o perdão e retomar a caminhada proposta pelo Cristo.
A gente nunca deve desistir de encontrar o ser humano que Deus vê em nós.
"Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais."
Os fariseus não estavam preocupados em diminuir os casos de adultério em Israel. Queriam "pegar" Jesus. E, para isso, não tiveram escrúpulo em usar um ser humano, expondo ao público, o que deveria ser tratado, primeiro, em privado.
Observavam Jesus, já há algum tempo, sabiam que ele não ordenaria uma execução.
Esperavam que ele, simplesmente, se negasse a cumprir a lei e, pronto, teriam como acusá-lo de descaso e de desrespeito à lei.
Bom é que se diga que a lei não funcionava assim. E estava faltando o parceiro.
Jesus os surpreendeu!
É como se Jesus tivesse dito: Ok! Quem não tiver pecado digno de morte, que mate a moça.
Sim, porque não seriam constrangidos senão por pecados tão graves quanto o pecado da moça.
Quantas pessoas poderiam condenar essa mulher?
Apenas duas pessoas poderiam condenar essa mulher:
Nenhum dos que pediam a sua condenação estava em condição de condená- la: estavam carregados de seus próprios pecados; foram saindo à medida em que iam sendo levados à consciência de sua carga pessoal.
Uma das pessoas que podiam condená-la era Jesus de Nazaré, ele não tinha carga alguma.
Ele não a condenou. Disse-lhe não a condenava, embora o pudesse, e que fosse embora e não pecasse mais.
A outra pessoa que a podia condenar era ela mesma.
Como?
Não se perdoando.
Disso, inclusive, dependeria o fato de se ela venceria o pecado que a assediava.
Porque se ela não se perdoasse voltaria ao erro só para deixar claro que estava certa sobre si mesma, que não deveria ser perdoada.
Isso não é verbalizado, mas a falta de perdão pessoal cobra o preço da não libertação.
Quem não se perdoa?
Quem acha que não merece ser perdoado.
Qual o equívoco?
Não entender que só merece ser perdoado quem não precisa de perdão. Quando é dito que alguém merece ser perdoado, o que, de fato, está sendo dito, é que ele tinha atenuantes ou razões, isto é, que seu pedido de desculpas deve ser aceito.
Perdão é diferente de aceitar desculpas. Perdão é para quem não tem desculpas, razão ou motivo para apresentar.
Perdão é oferta de Deus, que a gente recebe e distribui, a começar de nós mesmos.
Jesus não a condenou à pena capital, porque, para Jesus, ela havia adulterado, mas não era adúltera.
Classificá-lá como adúltera era dizer que a natureza dela havia sido subtraída, e que não havia mais saída. Aí a pena capital era natural, porque se a natureza não pode mais ser vencida pelo amor de Deus, não há porque manter tais pessoas assim.
Mas Cristo não vê assim!
Quando o Cristo disse à mulher para ir e não pecar mais, estava declarando que ela havia errado, mas que isso não fazia dela um erro.
O Cristo via nela um ser humano que ninguém mais via, talvez nem ela mesma.
O Cristo oferecia-lhe perdão e oportunidade.
A força do Cristo é dispensada aos que aceitam o seu perdão.
Quem é perdoado deve, também, se perdoar para que essa força possa ajudá-lo.
Se a gente não se perdoa, volta, ainda que num caminho inconsciente, à prática do erro, como a dizer que Deus está errado quando nos perdoa, que é o nosso erro e não o amor dele que fala de quem nós somos.
Isso é tentar colocar-se fora da possibilidade do amor de Deus.
E a gente se perdoa num gesto de concordância com Deus.
É algo como: Deus me perdoou no Cristo, logo, esse erro não me define, eu sou o que Deus vê em mim, e é para esse ser humano em Cristo que eu vou.
Deus vê em nós mais do que os nossos erros.
E Deus está sempre certo. Todo ser humano, pela graça, pode começar de novo.
A gente, independente de quantas vezes erra, deve sempre buscar o perdão e retomar a caminhada proposta pelo Cristo.
A gente nunca deve desistir de encontrar o ser humano que Deus vê em nós.
Ari
VENERADOR OU IMITADOR - CRENÇA OU FÉ - QUAL É A SUA?
Fruto da Promessa
Que homem fascinante foi João Ben Zacarias! Seu exemplo de abnegação e coragem tem inspirado muitas pessoas e provocado a veneração de muito mais gente neste dois milênios de cristianismo.
João era filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, prima da Virgem Maria, e, naturalmente, seria sacerdote do sutuoso templo de Jerusalém. No entanto, é sabido que João rejeitou todos os privilégios e honrarias pertinentes àos sacerdotes, para viver no deserto, vestido de peles de camelo e comendo gafanhotos e mel silvestre. Essa decisão aconteceu devido à forte convicção de que nele se cumpria a palavra de um certo profeta Isaías que havia dito: “Voz do que clama no deserto, preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is 40.3).
Realmente, o sistema religioso de Jerusalém estava em decadência devido à corrupção da liderança sacerdotal e precisava de um retorno à retidão, pois o lugar de oração havia se tornado covil de ladrões.
Sabendo disso, João rompeu, definitivamente, com o seu futuro promissor, visando cumprir o chamado divino de profeta. Depois de algum tempo, João apareceu conclamando todos a se arrependerem de seus pecados e receberem o batismo de purificação. Seu ministério preparou a chegada de Jesus, denunciando a corrupção do sistema religioso e conduzindo inúmeras vidas ao caminho da santidade e justiça do Reino de Deus.
Hoje, para o popularmente conhecido João Batista, se tem um dia reservado no calendário, recheado de homenagens, veneração e louvação.
Todavia, as atitudes que caracterizaram João Batista são tidas, por muitos que o louvam, como loucura. Quantos têm largado empregos concursados, carreiras prósperas, regalias, status, respeito, honra, roupas novas, belas e caras para “enlouquecerem”, morando, vestindo e comendo estranhamente, nessa viagem de que Deus lhes chamou para cumprirem uma missão importantíssima na Terra?
Quanta incoerência ver muitos que celebram João Batista, também, celebrarem o desdém aos “joões-batistas” contemporâneos, porque preferem admirá-lo, ao invés de imitá-lo, venerá-lo a encarná-lo. Nisto fica claro que existe um abismo profundo entre fé e crença que determina o que verdadeiramente impulsiona o coração humano.
João Batista só foi voz profética porque andou em fé, e fé em nada se assemelha a crença presentes naqueles que o veneram. Porque a fé é existencial, a crença é ritual. A fé cinde, a crença agrega. A fé é dinâmica e multiforme, a crença é estática e repetitiva. Ou seja, a fé é em todo o tempo, a crença em dia e hora marcados.
A fé faz do homem um imitador, e a crença, um venerador. E é justamente, a diferença entre fé e crença que distingue um venerador de um imitador.
O venerador move-se pela crença enquanto o imitador caminha pela fé. Por isso o venerador jamais conseguirá ser imitador e nem o imitador ser venerador. De modo que veneração e imitação são pólos opostos e repelentes, assim como trevas e luz.
Porque o venerador celebra o exemplo morto enquanto que o imitador morre para ressuscitar o exemplo.
Dos dois, qual você é?
João era filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, prima da Virgem Maria, e, naturalmente, seria sacerdote do sutuoso templo de Jerusalém. No entanto, é sabido que João rejeitou todos os privilégios e honrarias pertinentes àos sacerdotes, para viver no deserto, vestido de peles de camelo e comendo gafanhotos e mel silvestre. Essa decisão aconteceu devido à forte convicção de que nele se cumpria a palavra de um certo profeta Isaías que havia dito: “Voz do que clama no deserto, preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is 40.3).
Realmente, o sistema religioso de Jerusalém estava em decadência devido à corrupção da liderança sacerdotal e precisava de um retorno à retidão, pois o lugar de oração havia se tornado covil de ladrões.
Sabendo disso, João rompeu, definitivamente, com o seu futuro promissor, visando cumprir o chamado divino de profeta. Depois de algum tempo, João apareceu conclamando todos a se arrependerem de seus pecados e receberem o batismo de purificação. Seu ministério preparou a chegada de Jesus, denunciando a corrupção do sistema religioso e conduzindo inúmeras vidas ao caminho da santidade e justiça do Reino de Deus.
Hoje, para o popularmente conhecido João Batista, se tem um dia reservado no calendário, recheado de homenagens, veneração e louvação.
Todavia, as atitudes que caracterizaram João Batista são tidas, por muitos que o louvam, como loucura. Quantos têm largado empregos concursados, carreiras prósperas, regalias, status, respeito, honra, roupas novas, belas e caras para “enlouquecerem”, morando, vestindo e comendo estranhamente, nessa viagem de que Deus lhes chamou para cumprirem uma missão importantíssima na Terra?
Quanta incoerência ver muitos que celebram João Batista, também, celebrarem o desdém aos “joões-batistas” contemporâneos, porque preferem admirá-lo, ao invés de imitá-lo, venerá-lo a encarná-lo. Nisto fica claro que existe um abismo profundo entre fé e crença que determina o que verdadeiramente impulsiona o coração humano.
João Batista só foi voz profética porque andou em fé, e fé em nada se assemelha a crença presentes naqueles que o veneram. Porque a fé é existencial, a crença é ritual. A fé cinde, a crença agrega. A fé é dinâmica e multiforme, a crença é estática e repetitiva. Ou seja, a fé é em todo o tempo, a crença em dia e hora marcados.
A fé faz do homem um imitador, e a crença, um venerador. E é justamente, a diferença entre fé e crença que distingue um venerador de um imitador.
O venerador move-se pela crença enquanto o imitador caminha pela fé. Por isso o venerador jamais conseguirá ser imitador e nem o imitador ser venerador. De modo que veneração e imitação são pólos opostos e repelentes, assim como trevas e luz.
Porque o venerador celebra o exemplo morto enquanto que o imitador morre para ressuscitar o exemplo.
Dos dois, qual você é?
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Arrebatamento
ELE Voltará. O próprio Jesus prometeu que voltaria. Todas as profecias sobre Jesus foram cumpridas; como Ele é a Verdade, a Ressurreição e a Vida como a Bíblia é a palavra de Deus, só nos resta permanecermos atentos e preparados para esse grande dia. Ouçamos as palavras de Jesus sobre o seu retorno:
"E, quando eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" (Jo 14.3).
"Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós" (Jo 14.18).
"Aquele que testifica estas coisas diz: certamente, cedo venho" (Ap 22.20).
Palavras de dois anjos:
"Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir, assim como para o céu o vistes ir" (At 1.11).
A volta de Jesus dar-se-á em duas fases distintas: na primeira Ele virá secretamente buscar os seus, arrebatar a Sua Igreja ; por isso essa fase é chamada de ARREBATAMENTO. Na segunda fase, sete anos depois, Ele virá em glória com a sua Igreja, com os seus, e se revelará pessoalmente. Todos o verão. Por isso essa fase é conhecida como REVELAÇÃO.
"E, quando eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" (Jo 14.3).
"Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós" (Jo 14.18).
"Aquele que testifica estas coisas diz: certamente, cedo venho" (Ap 22.20).
Palavras de dois anjos:
"Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir, assim como para o céu o vistes ir" (At 1.11).
A volta de Jesus dar-se-á em duas fases distintas: na primeira Ele virá secretamente buscar os seus, arrebatar a Sua Igreja
Arrebatamento Arrebatar significa tirar com violência ou força; raptar; arrancar; tirar rapidamente. Portanto, a Igreja será retirada da Terra por meio sobrenatural. Será um milagre de proporções gigantescas porque alcançará todo o planeta. O arrebatamento só será plenamente compreendido quando acontecer. É ainda mistério porque não nos foi revelado nos mínimos detalhes (1 Co 15.51). As promessas “... virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também..." (Jo 14.3)
"Venho sem demora. Guarda o que tens, para que ninguém tome a sua coroa" (Ap 3.11)
"Eis que cedo venho!" (Ap 22.12)
"E ele enviará ao seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos..."(Mt 24.31; 1 Ts 4.13-18).
Quando acontecerá
"Porém daquele dia e hora ninguém sabe... Portanto vigiai, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Por isso estais vós também apercebidos, porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis" (Mt 24.35,36,42-44; 25.1-13).
A surpresa será uma das características do arrebatamento.
Pr A. E. Costa
"Venho sem demora. Guarda o que tens, para que ninguém tome a sua coroa" (Ap 3.11)
"Eis que cedo venho!" (Ap 22.12)
"E ele enviará ao seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos..."(Mt 24.31; 1 Ts 4.13-18).
Quando acontecerá
A surpresa será uma das características do arrebatamento.
Pr A. E. Costa
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
só um comentariozinho....
Comentário sobre o conto “Amor”, de Clarice Lispector
Enfocando a temática feminina e na intenção de pensarmos mais profundamente nos vários papéis que a mulher exerce, e como exerce, em sua natureza multifacetada, a Suely está postando uma trilogia de Clarice Lispector.
Nesse post, temos o conto Amor.
E eu... eu me descabelo! rsrsrs... Por quê? Porque os textos de Clarice são tão absurdamente ricos, e já falam tanto, que me parecem prescindir de comentário. É ler, se deixar tocar, se emocionar, e pronto. Pra que mais? Por instantes me deixo dominar por uma sensação de inutilidade total...
Mas aí há o paradoxo: não é preciso escrever mais nada, mas se quiser fazê-lo, cada conto poderia render um livro. Ainda mais que cada situação que ela coloca, cada sentimento que descreve, me reportam aos estudos de Clarissa, de Mulheres que Correm com os Lobos. As ligações são diretas, é inevitável.
Me ocorre que se as personagens de Clarice tivessem a oportunidade de ler os estudos de Clarissa, suas angústias seriam tão menores...
Opto por não escrever o livro, que, afinal, não caberia no blog, rsrsrs... e por comentar aquilo que, de pronto, mais me toca. Mas, faço isso na esperança de que nossos leitores se envolvam e aceitem nosso post e meu comentário como provocação para que se manifestem. Como aconteceu no post anterior, A Fuga, em que recebemos comentários riquíssimos, que agregaram imenso valor ao trabalho. Queremos agradecer demais pela participação dos que se envolveram.
Antes de partir para o comentário em si, quero dizer que estamos falando sobre situações femininas, mas não estamos falando só para mulheres, nem só de mulheres. Qualquer homem que vier a ler esse conto e este comentário poderá se enxergar em alguns momentos da vida. Todo homem também tem o feminino dentro de si. E questões da alma sempre me parecem acima das questões de gênero. Basta ler com os olhos da emoção.
Vamos lá!
Li, e reli, e reli, e o que mais grita, para mim, em Ana, a personagem do conto, é o medo da exuberância da vida.
Quando jovens, e nos descobrindo, muitas vezes nos assustamos ao perceber essa exuberância. Há tanto para ser vivido, tanto para se aprender, tanto a se fazer, tanta gente pra se conhecer, tanto prazer pra se sentir, que não raro nos percebemos nessa exaltação perturbada, nessa felicidade insuportável... O que fazer de nós mesmos?
Não sei exatamente que mecanismos externos ou internos nos fazem temer uma vida vivida em sua plenitude. Pais rígidos ou castradores, o envolvimento em alguma religião limitadora, escolas que funcionam mais como quartéis do que como estímulos para nosso crescimento, amigos preconceituosos, experiências que nos traumatizam por um ou outro motivo... regras que não nos servem, mas que somos treinados a obedecer desde o berço...
Não sei. Sei que nascemos livres e há um enorme empenho do meio para que acreditemos que, se vivermos nossa liberdade, nos perderemos em algum ponto do caminho.
Assim, Ana se refugia numa vida regrada. Que lhe parece configurar uma vida de adulto.Um lar e a responsabilidade real de cuidar do marido e dos filhos parece dar sentido à vida. Disciplina, rotina, dedicação constantes a colocam no prumo.
Amar, casar, ter filhos e dedicar-se profundamente a eles faz parte da natureza feminina. Seguir algumas regras que nos servem, ter rotina e disciplina podem ser atitudes extremamente saudáveis. Viver isso tudo nos faz crescer, florescer, amadurecer.
Mas fazer do casamento, da criação de filhos, e da obediência a regras e disciplinas rígidas um escudo para se proteger da riqueza do mundo e da vida acaba, inevitavelmente, em crise.
Cria-se um mundo ideal, redondinho como uma linda gema de um ovo saudável. Bonita, brilhante, encapsulada numa película protetora que, às vezes, nos ilude simulando enorme resistência.
Enquanto todos precisam dela e aquela hora perigosa não chega, Ana se sente segura. Mas quando as árvores que plantou começam a rir dela, há inquietação no ar.Embora queira adiar a crise, insistindo em cuidar da família à sua revelia, algo inusitado abre um portal que leva à sua alma, e a gema se quebra. Escorre, gosmenta, suja tudo, provoca confusão e constrangimento.
Quando vivemos em função do meio e viramos as costas para nós mesmos, um sentimento inusitado às vezes faz isso. Abre as portas para nossa alma. São as situações iluminadoras. Uma lembrança de infância, um som, um cheiro... e de repente nos deparamos com nós mesmos. Ana viu um cego mascando chicles, e o rompante de amor que sentiu a iluminou e a colocou em contato direto com sua alma. E o que viu?
Em Mulheres que Correm com os Lobos, Clarissa Pinkola Estés faz uma linda comparação entre o deserto e algumas mulheres. Ela diz que embora o deserto seja árido na superfície, sob ela há uma vida riquíssima, prestes a explodir a um menor sinal de água. Toda mulher tem, dentro de si, sua versão primeva, que se mantém íntegra independentemente do quanto tenha sido maltratada pelo meio externo.Ana viu sua versão primeva, seu subterrâneo fértil. Que susto!O contato com o divino nela parece ter provocado uma ruptura com as leis externas que até então pareciam norteá-la. E o que vem a seguir é semelhante a uma crise de labirintite, tal a intensidade do sentimento. Ana se assusta, fica tonta, e acaba por mergulhar no Jardim Botânico, um espaço de absurda riqueza, fertilidade, exuberância, que a faz perceber o quanto a vida asséptica pela qual optara era limitadora. E, a partir daí, um mundo de sensações a faz sentir-se invadida pela pior vontade de viver.
E, por que pior vontade de viver? A impressão que tenho é a de que Ana está tão afastada de seus anseios mais íntimos que o contato com tudo que é selvagem em si mesma a aterroriza e lhe parece negativo e sujo. Sente fascínio, nojo, medo, tudo tão intensamente que se apavora.
Volta pra casa, abraça o filho e sente medo de esquecê-lo, tão possuída está pela sede de viver.
A cena de Ana abraçando o filho e pedindo-lhe que não a deixe esquecê-lo me reportou aos meus próprios temores, quando, depois de longos períodos de amamentação e dedicação exclusiva aos meus filhos, em que me sentia a mulher mais feliz do mundo, começava a perceber a vida lá fora piscando pra mim. Creio que quase todas as mães passem por isso. Uma imensa vontade de voltar a viver algo que não só a maternidade, mas uma imensa culpa, por imaginarmos que deveríamos ser só mães, e nos sentirmos plenamente felizes com isso. De onde tiramos isso???
O contato com sua alma a rejuvenescera.
Ana, temerosa, talvez queira voltar ao conforto da segurança forjada em detrimento da felicidade: pede ao filho que não a deixe esquecê-lo, e permite que o marido a afaste novamente do perigo de viver.
Afinal, por que tememos a liberdade, e por que consideramos que viver plenamente pode ser perigoso?
Vejo como vida de adulto não aquela em que estabelecemos regras para nos obrigarmos a cumpri-las, e não sairmos da linha, mas aquela em que não tememos usar a liberdade a nosso favor, para crescermos continuamente, experimentando o novo e conscientes de que podemos sobreviver a tudo.
Uma das coisas mais bonitas que escutei nos últimos tempos veio de um amigo, que tem me ensinado muito. Dizendo-lhe da imensidão de sentimentos que me acomete às vezes, e confessando-lhe não saber o que fazer com isso, ele me respondeu que não me assustasse, que apenas precisava apertar uns parafusos na minha cabeça... rsrsrs...
Tamanha demonstração de aceitação vindo da parte dele me ajudou a aceitar meus próprios sentimentos. E é a partir da auto-aceitação que nos reorganizamos e partimos pra vida, sem medo de ser feliz. Mas, para que nos aceitemos, é preciso que estejamos em contato permanente com nossa alma, e consigamos manter com ela saudáveis diálogos esclarecedores.Ana Lúcia Sorrentino
Nesse post, temos o conto Amor.
E eu... eu me descabelo! rsrsrs... Por quê? Porque os textos de Clarice são tão absurdamente ricos, e já falam tanto, que me parecem prescindir de comentário. É ler, se deixar tocar, se emocionar, e pronto. Pra que mais? Por instantes me deixo dominar por uma sensação de inutilidade total...
Mas aí há o paradoxo: não é preciso escrever mais nada, mas se quiser fazê-lo, cada conto poderia render um livro. Ainda mais que cada situação que ela coloca, cada sentimento que descreve, me reportam aos estudos de Clarissa, de Mulheres que Correm com os Lobos. As ligações são diretas, é inevitável.
Me ocorre que se as personagens de Clarice tivessem a oportunidade de ler os estudos de Clarissa, suas angústias seriam tão menores...
Opto por não escrever o livro, que, afinal, não caberia no blog, rsrsrs... e por comentar aquilo que, de pronto, mais me toca. Mas, faço isso na esperança de que nossos leitores se envolvam e aceitem nosso post e meu comentário como provocação para que se manifestem. Como aconteceu no post anterior, A Fuga, em que recebemos comentários riquíssimos, que agregaram imenso valor ao trabalho. Queremos agradecer demais pela participação dos que se envolveram.
Antes de partir para o comentário em si, quero dizer que estamos falando sobre situações femininas, mas não estamos falando só para mulheres, nem só de mulheres. Qualquer homem que vier a ler esse conto e este comentário poderá se enxergar em alguns momentos da vida. Todo homem também tem o feminino dentro de si. E questões da alma sempre me parecem acima das questões de gênero. Basta ler com os olhos da emoção.
Vamos lá!
Quando jovens, e nos descobrindo, muitas vezes nos assustamos ao perceber essa exuberância. Há tanto para ser vivido, tanto para se aprender, tanto a se fazer, tanta gente pra se conhecer, tanto prazer pra se sentir, que não raro nos percebemos nessa exaltação perturbada, nessa felicidade insuportável... O que fazer de nós mesmos?
Não sei exatamente que mecanismos externos ou internos nos fazem temer uma vida vivida em sua plenitude. Pais rígidos ou castradores, o envolvimento em alguma religião limitadora, escolas que funcionam mais como quartéis do que como estímulos para nosso crescimento, amigos preconceituosos, experiências que nos traumatizam por um ou outro motivo... regras que não nos servem, mas que somos treinados a obedecer desde o berço...
Não sei. Sei que nascemos livres e há um enorme empenho do meio para que acreditemos que, se vivermos nossa liberdade, nos perderemos em algum ponto do caminho.
Assim, Ana se refugia numa vida regrada. Que lhe parece configurar uma vida de adulto.Um lar e a responsabilidade real de cuidar do marido e dos filhos parece dar sentido à vida. Disciplina, rotina, dedicação constantes a colocam no prumo.
Amar, casar, ter filhos e dedicar-se profundamente a eles faz parte da natureza feminina. Seguir algumas regras que nos servem, ter rotina e disciplina podem ser atitudes extremamente saudáveis. Viver isso tudo nos faz crescer, florescer, amadurecer.
Mas fazer do casamento, da criação de filhos, e da obediência a regras e disciplinas rígidas um escudo para se proteger da riqueza do mundo e da vida acaba, inevitavelmente, em crise.
Cria-se um mundo ideal, redondinho como uma linda gema de um ovo saudável. Bonita, brilhante, encapsulada numa película protetora que, às vezes, nos ilude simulando enorme resistência.Enquanto todos precisam dela e aquela hora perigosa não chega, Ana se sente segura. Mas quando as árvores que plantou começam a rir dela, há inquietação no ar.Embora queira adiar a crise, insistindo em cuidar da família à sua revelia, algo inusitado abre um portal que leva à sua alma, e a gema se quebra. Escorre, gosmenta, suja tudo, provoca confusão e constrangimento.
Quando vivemos em função do meio e viramos as costas para nós mesmos, um sentimento inusitado às vezes faz isso. Abre as portas para nossa alma. São as situações iluminadoras. Uma lembrança de infância, um som, um cheiro... e de repente nos deparamos com nós mesmos. Ana viu um cego mascando chicles, e o rompante de amor que sentiu a iluminou e a colocou em contato direto com sua alma. E o que viu?
Em Mulheres que Correm com os Lobos, Clarissa Pinkola Estés faz uma linda comparação entre o deserto e algumas mulheres. Ela diz que embora o deserto seja árido na superfície, sob ela há uma vida riquíssima, prestes a explodir a um menor sinal de água. Toda mulher tem, dentro de si, sua versão primeva, que se mantém íntegra independentemente do quanto tenha sido maltratada pelo meio externo.Ana viu sua versão primeva, seu subterrâneo fértil. Que susto!O contato com o divino nela parece ter provocado uma ruptura com as leis externas que até então pareciam norteá-la. E o que vem a seguir é semelhante a uma crise de labirintite, tal a intensidade do sentimento. Ana se assusta, fica tonta, e acaba por mergulhar no Jardim Botânico, um espaço de absurda riqueza, fertilidade, exuberância, que a faz perceber o quanto a vida asséptica pela qual optara era limitadora. E, a partir daí, um mundo de sensações a faz sentir-se invadida pela pior vontade de viver.
E, por que pior vontade de viver? A impressão que tenho é a de que Ana está tão afastada de seus anseios mais íntimos que o contato com tudo que é selvagem em si mesma a aterroriza e lhe parece negativo e sujo. Sente fascínio, nojo, medo, tudo tão intensamente que se apavora.
Volta pra casa, abraça o filho e sente medo de esquecê-lo, tão possuída está pela sede de viver.
A cena de Ana abraçando o filho e pedindo-lhe que não a deixe esquecê-lo me reportou aos meus próprios temores, quando, depois de longos períodos de amamentação e dedicação exclusiva aos meus filhos, em que me sentia a mulher mais feliz do mundo, começava a perceber a vida lá fora piscando pra mim. Creio que quase todas as mães passem por isso. Uma imensa vontade de voltar a viver algo que não só a maternidade, mas uma imensa culpa, por imaginarmos que deveríamos ser só mães, e nos sentirmos plenamente felizes com isso. De onde tiramos isso???
O contato com sua alma a rejuvenescera.
Ana, temerosa, talvez queira voltar ao conforto da segurança forjada em detrimento da felicidade: pede ao filho que não a deixe esquecê-lo, e permite que o marido a afaste novamente do perigo de viver.
Afinal, por que tememos a liberdade, e por que consideramos que viver plenamente pode ser perigoso?
Vejo como vida de adulto não aquela em que estabelecemos regras para nos obrigarmos a cumpri-las, e não sairmos da linha, mas aquela em que não tememos usar a liberdade a nosso favor, para crescermos continuamente, experimentando o novo e conscientes de que podemos sobreviver a tudo.
Uma das coisas mais bonitas que escutei nos últimos tempos veio de um amigo, que tem me ensinado muito. Dizendo-lhe da imensidão de sentimentos que me acomete às vezes, e confessando-lhe não saber o que fazer com isso, ele me respondeu que não me assustasse, que apenas precisava apertar uns parafusos na minha cabeça... rsrsrs...
Tamanha demonstração de aceitação vindo da parte dele me ajudou a aceitar meus próprios sentimentos. E é a partir da auto-aceitação que nos reorganizamos e partimos pra vida, sem medo de ser feliz. Mas, para que nos aceitemos, é preciso que estejamos em contato permanente com nossa alma, e consigamos manter com ela saudáveis diálogos esclarecedores.Ana Lúcia Sorrentino
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